Paragem no imobiliário justifica queda recorde no valor do IMI em Albufeira - autarca
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Desidério Silva
O presidente da Câmara de Albufeira, Desidério Silva atribuiu hoje a quebra do imposto sobre imóveis (IMI) à paragem no sector do imobiliár...
Sexo na história
Posted on 12/19/2011 by UNITED PHOTO PRESS MAGAZINE
Por séculos, a relação sexual serviu só para procriação, por isso, era reservada para depois do casamento.
A virgindade representava pureza e a fidelidade era primordial. Para ter certeza de que não haveria traição, as mulheres durante a Idade Média usavam cinto de castidade - acessório metálico ajustado na cintura para cobrir a vagina - enquanto os maridos iam para as Cruzadas (batalhas cristãs). O objeto era trancado com chave, que ficava com ele.
Com o tempo, a forma de tratar a sexualidade mudou, principalmente após a década de 1960. A época foi marcada por lutas pelos direitos das mulheres, dos homossexuais, entre outros. É quando surge a pílula anticoncepcional, que dá mais controle do corpo à mulher.
Com o tempo, a forma de tratar a sexualidade mudou, principalmente após a década de 1960. A época foi marcada por lutas pelos direitos das mulheres, dos homossexuais, entre outros. É quando surge a pílula anticoncepcional, que dá mais controle do corpo à mulher.
A partir de então novos questionamentos aparecem: por que o homem pode mais?
Por que precisa reprimir os sentimentos?
Por que homossexuais são perseguidos?
"Na tentativa de responder se fez muito barulho e mobilizaram-se multidões", explica Larissa Pelúcio, antropóloga da Unesp. As mudanças continuaram nos anos 1980, com o surgimento da Aids. "Cria-se verdadeiro pânico moral em torno das sexualidades e do uso dos corpos, culpando e perseguindo grupos, sobretudo os que não atendiam à moral conservadora."
Os jovens também sofreram com isso, principalmente porque a relação deles com o sexo sempre foi tratada como algo perigoso.
"Na tentativa de responder se fez muito barulho e mobilizaram-se multidões", explica Larissa Pelúcio, antropóloga da Unesp. As mudanças continuaram nos anos 1980, com o surgimento da Aids. "Cria-se verdadeiro pânico moral em torno das sexualidades e do uso dos corpos, culpando e perseguindo grupos, sobretudo os que não atendiam à moral conservadora."
Os jovens também sofreram com isso, principalmente porque a relação deles com o sexo sempre foi tratada como algo perigoso.
Em geral os alertas giram em torno dos cuidados com as Doenças Sexualmente Transmissíveis e gravidez indesejada. "Dizer que hoje se fala sobre sexo abertamente é ingênuo. Em geral, é abordado de maneira muito superficial e não como algo que dá prazer e permite conhecer melhor a si mesmo", afirma Larissa.
